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25/08/2015 12:29

Encontro consolida agenda de pesquisa empírica em Direito

Objetivo do evento, no Rio de Janeiro, foi aproximar agentes do governo, academia e sociedade civil

“O Judiciário se conhece muito pouco”, declarou o desembargador Evandro Lopes, diretor da Escola Judicial do Regional Fluminense (EJ1), na abertura do V Encontro de Pesquisa Empírica em Direito, na quarta-feira, 20 de agosto de 2015, no Tribunal Regional do Trabalho, no Rio de Janeiro.

Na mesa de abertura do evento, que teve o apoio do Ipea, além de Lopes estavam o professor da USP Paulo Alves da Silva, o juiz Roberto Fragale Filho, e a assessora do Ministério da Justiça Maria Eduarda Cintra, também professora da Universidade de Brasília (UnB).

Segundo Cintra, a Secretaria de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça, por meio do projeto Pensando o Direito, busca incentivar a pesquisa acadêmica com métodos empíricos – que privilegiam a coleta de dados em fontes diretas, no trabalho de campo. Com o objetivo de aproximar o governo, a academia e a sociedade para democratizar o processo de elaboração de leis, a iniciativa já lançou 15 editais que destinaram mais de R$ 9 milhões a pesquisas. Os mais de 480 projetos apresentados resultaram em 55 publicações. Além disso, a população é convidada a dar opinião sobre temas de interesse da sociedade em debates públicos.

Logo depois, na primeira palestra do encontro, o professor Álvaro Pires, da Universidade de Ottawa (Canadá), falou sobre transformações na epistemologia das Ciências Humanas. Segundo ele, as pesquisas em Ciências Sociais deslocaram o foco do observador para a observação.

Leia mais: Palestra compara pesquisas empíricas de Brasil e EUA

 

 

 
 

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