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02/03/2017 11:46

Estudo do Ipea analisa atuação em rede dos Pontos de Cultura

Para pesquisador do Ipea, a falta de articulação não impede o desempenho artístico e cultural

 

Um estudo recente do Ipea analisou como os Pontos de Cultura se relacionam e funcionam em rede. O pesquisador do Ipea Frederico Barbosa explica que alguns pontos realmente não mantêm uma atuação em rede, porém, não vê esse fator como uma barreira para que os grupos desempenhem seus trabalhos. “O fundamental é fazer arte, fazer cultura, estabelecer conexões não só com outros pontos, mas também com a comunidade”, garante.

Segundo o Ministério da Cultura, entre os principais beneficiários e protagonistas do programa Cultura Viva estão as comunidades tradicionais ( índios, quilombolas, etc) e a juventude, como é o caso do programa Jovem de Expressão, que atua na Ceilândia, Região Administrativa do Distrito Federal. O coordenador do programa, Max Maciel, explica que a atuação do Jovem de Expressão com outros Pontos se dá pela troca de experiências. “Muitos dos nossos movimentos sociais não são formalizados. Eles não têm uma área jurídica, uma coordenação. Eu vejo essa articulação não como autoajuda e sim com uma forma de aprender um com o outro”, ressalta. 

O programa

Mais de 3 mil Pontos de Cultura estão em funcionamento no Brasil. Por meio da Política Nacional de Cultura Viva, criada em 2014, a população tem mais acesso a produção e a circulação de cultura.

Confira o TD 2273 - As Múltiplas Redes do Programa Cultura Viva

 
 

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