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TD 2329 - Taxa de Poupança e Estabilidade da Renda das Famílias Brasileiras: evidência microeconômica

Marcos Antonio Coutinho da Silveira e Ajax Reynaldo Bello Moreira, Brasília, setembro de 2017 
  

A partir de dados das Pesquisas de Orçamentos Familiares do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (POFs/IBGE) dos períodos 2002-2003 e 2008-2009, o trabalho examina a relevância da estabilidade da renda sobre o tamanho e a composição da poupança das famílias brasileiras. Para tanto, métodos de pareamento são utilizados para estimar o efeito sobre a taxa de poupança familiar – na forma de ativos financeiros, ativos reais e capital humano – de três fontes de rendimentos relativamente mais estáveis que os recebidos de ocupações no setor privado: ocupação no setor público, aposentadoria e transferência governamental. Os resultados são parcialmente consistentes com a predição teórica de que a menor vulnerabilidade a choques adversos na renda reduz a necessidade de poupança precaucionária e afrouxa a restrição de crédito enfrentada pelas famílias, fazendo com que sua poupança migre de ativos financeiros para investimento em capital humano.

Palavras-chave: taxa de poupança; estabilidade da renda.

 

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