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DP 0227 - Urban Accessibility and Spatial Segregation in Brazilian Cities: a configurational perspective

Ana Paula Borba Gonçalves Barros, Valério Augusto Soares de Medeiros e Maria da Piedade Morais/ Brasília, october 2017

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Executive Summary (120 KB)

   

 

This article investigates the use of the configurational variable, which deals with the city form-space relations regarding transportation issues, to study spatial segregation and urban accessibility in four Brazilian cities (Belém, Manaus, Recife and São Paulo), with a focus in precarious settlements and in the location of social classes in the urban space and their relative degree of accessibility/integration to the city as a whole. The study searches to verify to what extent such settlements are more segregated/isolated in the urban fabric as compared to the other areas of the city. For this purpose, we have used the classification of census tracts prepared by the Centro de Estudos da Metrópole (CEM) of the Ministry of Cities of Brazil (Marques et al. 2007), based upon data from the 2000 demographic census of the Brazilian Census Bureau (IBGE, 2003), as well as axial maps of these cities, according to the methodological tools of the Theory of the Social Logic of Space, also known as Space Styntax, which allows quantifying the configurational variable by means of the so-called “integration value”. The confrontation of the information, organized on a Geographical Informational System (GIS), has underpinned a series of interpretations over the existing process of “voluntary” and “involuntary” segregation in such cities, highlighting the importance of the configurational variable for urban studies of such nature.

Keywords: urban mobility; space syntax; spatial segregation; urban accessibility; integration.

Este trabalho investiga o uso da variável configuracional, que trata das relações entre forma urbana-espaço no que se refere ao transporte, para estudar a segregação espacial e a acessibilidade urbana em quatro cidades brasileiras (Belém, Manaus, Recife e São Paulo), com foco nos assentamentos precários e na localização das classes sociais no espaço urbano e seu grau relativo de acessibilidade/integração à cidade como um todo. O estudo busca verificar até que ponto tais assentamentos são mais segregados/isolados no tecido urbano em comparação com outras áreas da cidade. Para tanto, utilizamos a classificação de setores censitários elaborada pelo Centro de Estudos da Metrópole (CEM) para o Ministério das Cidades do Brasil (Marques et al. 2007), com base em dados do censo demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística-IBGE para o ano 2000
(IBGE, 2003) para o ano 2000, bem como em mapas axiais dessas cidades, de acordo com as ferramentas metodológicas da Teoria da Lógica Social do Espaço, também conhecida como Sintaxe Espacial, o que permite quantificar a variável configuracional por meio do chamado “valor de integração”. O confronto das informações, organizado em um Sistema de Informações Geográficas (SIG), possibilita uma série de interpretações sobre o processo de segregação “voluntária” e “involuntária” existente nessas cidades, destacando a importância da variável configuracional para estudos urbanos desta natureza.

Palavras-chave: mobilidade urbana; sintaxe espacial; segregação espacial; acessibilidade urbana; integração.

 

 

 
 

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