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TD 0645 - Padrões de Desenvolvimento Industrial no Brasil - 1980/95

Regis Bonelli e Robson Gonçalves / Rio de Janeiro, maio de 1999

Este trabalho é uma continuação de estudo anterior dos autores, Para onde Vai a Estrutura Industrial Brasileira?, publicado em A Economia Brasileira em Perspectiva 1998. A análise das tendências de longo prazo da estrutura industrial brasileira é feita, no presente texto, a partir da estimação de padrões de desenvolvimento para oito grupos de setores industriais. Neste sentido,estimamos a dimensão relativa de cada um dos grupos de setores no PIB industrial, utilizando,segundo a abordagem dos padrões normais de desenvolvimento, as seguintes variáveis exógenas:renda per capita, produtividade da mão-de-obra na indústria, grau de industrialização (participação da indústria no PIB), população e grau de abertura.Na estimação estatística desses padrões, utilizou-se uma amostra com dados de painel de 80 países em quatro anos do período 1980/95. Utilizando os resultados das estimações, observamos que: a) os padrões de desenvolvimento industrial são estáveis ao longo do tempo; b) a estrutura industrial brasileira apresentou um movimento geral de convergência aos padrões estimados, no período analisado, mantendo desvios com alguma expressão quantitativa em apenas dois dos oito grupos desetores estudados. Em seguida, o texto explora as causas mais prováveis desses desvios.Constatado esse movimento de conformação da estrutura industrial aos padrões de desenvolvimento extraídos da experiência internacional, realizou-se um exercício de cenarização para a evolução do perfil setorial da indústria no período 1998/2020 a partir de diferentes hipóteses para a evolução das variáveis macroeconômicas relevantes, com destaque para os níveis de renda per capita e produtividade da mão-de-obra na indústria. Os resultados destacam a estabilidade da estrutura industrial no longo prazo para a maior parte dos grupos de indústrias. As exceções são analisadas em função das diferenças nas trajetórias das variáveis exógenas.

 

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Surplus Labor and Industrialization

 
 

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